By N. GREGORY MANKIW
Imagine that those running for office tailored their economic positions to attract the experts in the field. What would it take to put the nation’s economists solidly behind a candidate?
While George W. Bush no longer denies the science of climate change, he still insists on putting the concerns of industry over the needs of the planet.
Those who have sanctioned or been indifferent to Bush lawbreaking have no grounds to feign outrage over the latest torture revelations
As he celebrates his 90th birthday, the world's greatest moral leader reflects on a lifetime of service — and what the rest of us can learn from it
Raramente tenho paciência para ser cronológico.
Nem lógico.
Nem sequer retórico.
Muito menos comentador,
ou elogiador,
ou plagiador,
ou venerador,
ou admirador,
ou amador,
ou profissional,
ou analítico,
ou catalítico,
ou paleolítico,
ou impolítico,
ou corrupto,
ou abrupto.
O que eu gosto é de um whiskynho e roasted peanuts,
de releres, sabores e cores
de marear,
dandarilhar,
destrilhar,
de mangar,
damar,
de namorar,
dolhar.
Afinal, o que eu gosto é de gente.
De nós.
E deles.
Sobre la calcificación de las semillas, ante las flores abrasadas, en la desaparición del pensamiento,
tejen la yerba manos invisibles. Temo su pureza. Veo
lana sangrienta y, en los alimentos, grasa mortal, cánulas negras y, bajo ramas inmóviles, cuerdas y sombras y preservativos.
¿Soy yo quien mira con mis ojos?
Arden los huesos, oigo la fermentación del rocío: alguien llora bajo los árboles torturados. Veo las llagas de la luz, altos patíbulos y serpientes y aceites industriales bajo los lóbulos de las amapolas.
¿Estoy yo en mí y peso sobre la tierra? Es extraño.
En cualquier caso, tengo miedo: los insectos vienen a mi corazón.
"At a moment of serious challenge, battered by two wars, ballooning debt, and a faltering economy, the United States appears to have lost its capacity to think clearly. Consider what passes for national discussion on the matter of Iran. The open question is whether the United States should or will attack Iran if it continues to reject American demands to give up uranium enrichment. Ignore for the moment whether the United States has any legal or moral justification for attacking Iran. Set aside the question whether Iran, as Secretary of Defense Robert Gates recently claimed in a speech at West Point, "is hellbent on acquiring nuclear weapons." Focus instead on purely practical questions. By any standards Iran is a tough nut to crack: it is nearly three times the size of Texas, with a population of 70 million and a big income from oil which the world cannot afford to lose. Iran is believed to have the ability to block the Straits of Hormuz in the Persian Gulf through which much of the world's oil must pass on its way to market.
Keep in mind that the rising price of oil already threatens the world's economy. Iran also has a large army and deep ties to the population of Shiite coreligionists next door in Iraq. The American military already has its hands full with a hard-to-manage war in Iraq, and is proposing to send additional combat brigades to deal with a growing insurgency in Afghanistan. And yet with all these sound reasons for avoiding war with Iran, the United States for five years has repeatedly threatened it with military attack. These threats have lately acquired a new edge.(...)"

O post abaixo transcrito (original aqui) tem quase 20 meses. Modéstia à parte, acho que envelheceu pouco.
Há quem pense que com a eleição de Manuela Ferreira Leite para a Presidência do PSD, as coisas estão mudando. Mas o que está mudando tem pouco a ver com MFL é é induzido pela crise internacional que se conhece: é na habilidade (ou não) para minimizar criativamente esta que se jogará o futuro de Sócrates-1º Ministro.
E a confluência "estratégica" (!!!) entre Cavaco e MFL? Para Cavaco, é uma confluência instrumental, táctica, que lhe é útil para pôr um pouco de pressão no 1º Ministro e só terá continuidade se Sócrates deixar. Paradoxalmente, a crise internacional é preversa também para Cavaco Silva: o 2º mandato é incompatível com Presidências de ruptura em tempo de crise exógena e de vacas magras...
Mas muito há ainda para jogar. E por agora - até por imperativo Constitucional - é o lº Ministro que vai a jogo.
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"As direitas estão furiosas com Cavaco e alguma esquerda furiosa está com Sócrates, por o apoio de Cavaco ao seu governo ser a prova do seu direitismo. Ambos os estados de alma são vesgos e ingénuos: as direitas já deviam saber que Cavaco não é ideológico e a tal esquerda que Sócrates idem-idem aspas-aspas.
Além disso, as práticas ideológicas, hoje, são mais práticas do que ideológicas ou, mais precisamente, são ideologicamente práticas isto é INSTRUMENTAIS. E isto Sócrates está fazendo melhor do que qualquer 1º ministro pós 25 Abril. Ele percebeu que se começasse a resolver sem trangisversar os problemas reais do País poderia reclamar-se de ter sido a esquerda a resolver o que a direita quando poder se limitara a enunciar. Sócrates está fazendo o que Cavaco não fez mas gostaria de ter feito.
E é esta ética do fazer que une PR e PM. E é esta prática que, com o tempo, roubará à direita algumas das suas velhas bandeiras, que só o foram para não serem aplicadas - Sócrates castrou a direita perante o País: o que a direita proclamava (sem fazer) em nome de princípios, Sócrates implementou em nome da necessidade.
A maioria da esquerda não gosta, mas não deixará um dia de relembrar - para memória futura - que "foi alguém da nossa área política que teve coragem de fazer o que tinha de ser feito e antes ele que os outros."
ESSA ESQUERDA É A QUE PARECE COMBATER POR IDEAIS QUE SABEM INEXEQUÍVEIS OU RETÓRICOS. DO PCP AO BE PASSANDO POR ALEGRE. (Só alegres podem pensar que Sócrates sofreu com a derrota presidencial de Soares ou com Alegre ter ficado à frente deste. Alegre, como ameaça política, acabou com a derrota para Secretário-Geral.)
A esquerda que ainda conta alguma coisa (e que havia apoiado Alegre para Secretário Geral) percebeu-o bem e apoiou Soares nas presidencais, com excepções dos figadais inimigos do Soarismo... Essa esquerda, órfã de alternativas credíveis, está com Sócrates como estivera com Ferro Rodrigues. Agora com menos gosto, mas com o mesmo voluntarismo que o poder sempre insuflou nesses "realistas" da política, que sabem que quem fica de fora perde-se..."
200 euros por dia? Será que o Estado paga mal?
De Nuno Brederode Santos, aqui no DN, não resisto a este bocadinho:
"(...) Cavaco Silva continua a cobrir, com pequenas intervenções, as aventuras verbais de Manuela Ferreira Leite. Por enquanto, tenhamos a fraqueza gentil de levar o facto à conta dessa outra fraqueza gentil que é a amizade.
Mas quis também ouvir o Tribunal Constitucional sobre o diploma que aprova a revisão do Estatuto Político-Administrativo da Região Autónoma dos Açores. É normal que o Presidente queira assegurar-se da conformidade das evoluções autonómicas com a Constituição que lhe cumpre garantir (até é normal que eu o queira e sou um mero paisano com direito a voto). Mas continuará a ser normal que com o mesmo desassombro o faça quando a Madeira o confrontar com os passos que Alberto João Jardim anunciou ir dar."
Era um poema feito.
Mas tu tecias
novas linhas
com a palavra
aranha sedutora
visando paciente
a mosca
do ouvido.
Era um poema célere.
Molhado pela água
turva
das lembranças.
Mas com ele regavas
as raízes vivas
que te cresciam
na boca.
Figura frágil
onde o poema subia
para os ombros
a medo
como uma criança.
A tua língua
clara
de pedreiro cansado
unia
lentamente
os versos que todos habitamos.
Armando SIlva Carvalho
