Gostava de voltar a ser menino.
Queria rebolar os bilas e os abafadores, circular o comboio, chocar os dinkytoys, mergulhar no Sandokan.
Mas só de vez em quando. Gosto de viver o meu hoje, também cheio de brinquedos e misérias.
Afinal, os jogos só mudaram de tempo e de modo.
As coisas sérias é que não. São novas, melhores e queridas. Mesmo quando sofridas.
Decididamente: prefiro o hoje.


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