- que o dr. Barreto não tem autoridade nem postura de escrita para virar moralista da Pátria
- que o seu perfil mefistofélico e rasputiniano não é adequado a tão escatológico papel
- que a ontologia barretiana já não se usa e muito menos num anarca-conservador de fachada institucional
- que a inteligência não permite tudo: ás vezes até interdita. Nomeadamente proferir discursos
- que o Comandante das Comemorações não tem geito nem para komandar nem para komendar
- que lhe fica mal, a ele que tanto detesta (va) comendas, ter aceite a função que aceitou: ser o novo funcionário-público-director-geral das prebendas presidenciais
- que a VAIDADE fica-lhe sempre bem: afinal é ela que lhe dá vida, segrega os ódios de estimação e alimente aquele arzinho de ser inteligente malgré nous e cretino malgré lui




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